Sesap e Ministério da Saúde discutem enfrentamento da dengue no Estado

Meta é reduzir a força de transmissão da doença, por meio do controle do mosquito Aedes aegypti

O público-alvo do Plano serão os pacientes com suspeita de dengue que apresentarem sinais de alarme e de choque. Foto: Divulgação
O público-alvo do Plano serão os pacientes com suspeita de dengue que apresentarem sinais de alarme e de choque. Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) receberá uma equipe do Ministério da Saúde, entre os dias 10 e 14 de fevereiro, com o objetivo de realizar uma oficina de elaboração do Plano de Contingência da Dengue no RN. O Plano vai sistematizar as ações e procedimentos para enfrentamento da dengue no Estado.

A oficina discutirá as medidas a serem adotadas nas cinco áreas focalizadas no plano: controle vetorial; vigilância epidemiológica; gestão; atenção ao paciente e comunicação e mobilização. Para tanto, diversos setores da Sesap estarão envolvidos, além da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Na ocasião, serão discutidas estratégias para organizar as ações de prevenção e controle da dengue; promover assistência adequada ao paciente, garantindo acesso, diagnóstico e manejo clínico adequado; aprimorar a vigilância epidemiológica, com ênfase na notificação, investigação dos casos e monitoramento dos sorotipos virais para orientar a tomada de decisões; garantir os insumos estratégicos necessários (inseticidas e kits diagnósticos); reduzir a força de transmissão da doença, por meio do controle do mosquito Aedes aegypti e de seus criadouros; intensificar as atividades de mobilização e comunicação; fortalecer a articulação das diferentes áreas e serviços, visando à integralidade das ações para enfrentamento da dengue.

O público-alvo do Plano serão os pacientes com suspeita de dengue que apresentarem sinais de alarme e de choque. Os primeiros dizem respeito a dores abdominais intensas e contínuas, vômitos persistentes, sangramentos de mucosas, hiportemia, queda abrupta de plaquetas, entre outros. Já como sinais de choque destacam-se a hipotensão arterial, choque, pulso rápido e fino.

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