Sílvio Torquato será o novo secretário estadual do Desenvolvimento Econômico

- Fontes autorizadas do gabinete da governadora Rosalba Ciarlini dão conta de que ela já fez convite ao secretário-adjunto do…

- Fontes autorizadas do gabinete da governadora Rosalba Ciarlini dão conta de que ela já fez convite ao secretário-adjunto do Desenvolvimento Econômico, economista Sílvio Torquato Fernandes, para que ele assuma a titularidade da pasta a partir dos primeiros meses de 2014, época em que o atual secretário, Rogério Marinho, pedirá exoneração para se dedicar à campanha pela conquista do mandato de deputado federal.
- Com trânsito livre no meio empresarial potiguar, especialmente nas entidades representativas da indústria e do comércio (ele já presidiu sindicatos patronais e integrou a Diretoria da Fiern), Sílvio também circula bem nos meios políticos (sua família possui tradição na vida pública) e é profundo conhecedor da estrutura administrativa da pasta em que atua há vários anos.

Capuche Empreendimentos fez entrega de 397 unidades residenciais em 2013

- A construtora e incorporadora Capuche chega ao fim do ano comemorando a entrega de 397 unidades imobiliárias dos seus empreendimentos em Natal e região metropolitana.
- Isto significa mais de um apartamento entregue por dia nos últimos 12 meses, sem falar que mais sete edifícios residenciais da Capuche se encontram em fase final de obras para ser repassados aos compradores no começo de 2014.
- Até o final do segundo semestre do próximo ano a empresa espera dar início às obras de um dos seus mais ambiciosos projetos em nosso meio: um mega shopping Center às margens da rodovia BR-101, no bairro parnamirinense de Emaús.

São Gonçalo poderá ganhar um Centro de Distribuição e Logística dos Correios

- O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, recebeu em audiência o diretor regional dos Correios no Rio Grande do Norte, José Alberto Brito, que foi lhe comunicar que a empresa estatal têm interesse em instalar no futuro Aeroporto Aluízio Alves um Centro de Distribuição e Logística para atender à região Nordeste.
- Na reunião o prefeito se dispôs a intermediar as negociações dos Correios com o Consórcio Inframerica – grupo empresarial responsável pela construção e administração do terminal – para que as instalações do Centro de Distribuição e Logística possam se localizar nas proximidades do equipamento.
- A visita do diretor regional dos Correios também serviu para tratar do projeto de regularização da nomeação das ruas da cidade de São Gonçalo (com CEP próprio) e da melhoria na entrega de correspondências em todo o município, inclusive com o aumento do número de carteiros.

 

ABCC lamenta os “resultados pífios” das exportações brasileiras de pescado em 2013

- Em carta circular destinada aos seus associados, a Diretoria da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) apresenta os resultados da balança comercial de pescados do país nos primeiros onze meses de 2013, seguidos de uma série de análises e comentários.
- Leiam alguns deles:
- “Fazendo uma breve análise dos números obtidos junto ao Aliceweb/MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), referentes ao mês de novembro/2013, vimos – com o propósito de levar aos nossos associados e demais atores envolvidos com a aquicultura/carcinicultura brasileira – ressaltar algumas informações, principalmente, no que tange ao comportamento da evolução da nossa Balança Comercial de Pescado, destacando de um lado, o pífio desempenho das exportações e, de outro, os crescentes e preocupantes números das importações.
- “Depois de se verificar uma vertiginosa queda das exportações brasileiras de pescado entre os anos de 2003 e 2008, quando decaímos de 104 mil toneladas para algo em torno de 44 mil toneladas, no período de janeiro a novembro, o país, a despeito da criação do MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura) em 2009, segue apresentando o mesmo pífio desempenho nas suas exportações de pescado, com um volume, no acumulado de janeiro a novembro de cada ano, na casa das 30/35 mil toneladas anuais.
- “Em relação direta com o volume exportado, as movimentações financeiras mantêm, desde 2009, a mesma estabilidade, na casa dos US$ 215 milhões. Em 2013, seguindo a tendência de melhoras no câmbio, embora o volume exportado tenha decaído de 38,5 para 34,2 mil toneladas em relação a 2012, o valor das exportações apresentou leve incremento financeiro.
- “Também de acordo com os números obtidos na Aliceweb/MDIC em dezembro de 2013, referentes ao mês precedente, destaca-se – e continua sendo motivo de comemoração para o setor da carcinicultura – a retomada das exportações de camarão pelo Brasil, que de agosto a novembro de 2013 atingiram 588 toneladas e US$ 3,9 milhões.
- “Cabe ressaltar que a retomada das exportações de camarão cultivado se deu a partir do mês de agosto, sendo que os estados do Rio Grande do Norte e do Ceará, foram os únicos Estados que voltaram a exportar até novembro de 2013, comercializando 329 e 259 toneladas, respectivamente.
- “Neste ponto, acreditamos serem pertinentes algumas reflexões acerca da comercialização de camarão no Brasil. Se por um lado o camarão produzido e exportado pelo país atingiu US$ 3,9 milhões de dólares de transações comerciais, com um volume equivalente a 588 toneladas, o preço médio do camarão exportado foi de US$ 6,63 dólares por quilo.
- “Por outro lado, as importações de camarão da Argentina pelo Brasil, que ocorreram antes da Liminar do TRF 1ª. Região – que proibiu a continuidade dessa operação, em 20/10/13 – apresentaram um preço médio de US$ 14,50/Kg (sendo o preço médio do Camarão Inteiro e Congelado de US$ 12,21/Kg e o preço médio de Camarões sem cabeça, congelados, de US$ 15,22/Kg). Ou seja, o Brasil importou camarão pelo preço médio de US$ 14,50 o quilo (219 por cento mais caro do que seu camarão exportado para a França, que foi vendido a US$ 6,63). Evidentemente que o tipo e a classificação são bem diferentes, mas a pertinência do destaque foi em função da imatura justificativa do MPA, para justificar sua decisão de liberar a importação do camarão da Argentina.
- “Assim, a argumentação do MPA de que o camarão importado da Argentina serviria para “arrefecer” o preço do camarão produzido no Brasil e disponibilizar ao consumidor brasileiro um camarão mais barato, foi por água abaixo, demonstrando assim que os preços praticados pelos produtores de camarão do Brasil são mais que competitivos, seja no mercado doméstico, seja para o mercado externo.
- “E, ainda, ratificando a assertiva supra aludida, cabe destacar que já há procura pelo camarão produzido no Brasil por empresas dos maiores países produtores, como Tailândia (segundo maior produtor mundial de camarão e primeiro exportador mundial) e Vietnã (terceiro maior produtor e segundo maior exportador). Tal fato sinaliza que a retomada das exportações brasileiras de camarão pode se consolidar em 2014, tendo presente que o camarão brasileiro sempre ocupou uma posição de destaque junto aos principais e mais exigentes mercados importadores de camarão cultivado da Europa.”

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