SMS participa do projeto “Proteja o Gol” de combate ao HIV‏

A Secretaria Municipal de Saúde vai participar durante os jogos da Copa FIFA 2014, em Natal, do projeto “Proteja o…

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde vai participar durante os jogos da Copa FIFA 2014, em Natal, do projeto “Proteja o Gol”, que tem como objetivo usar a popularidade e poder de união do esporte para promover a prevenção do HIV, principalmente entre os jovens. O projeto pretende realizar mil testes rápidos durante o período da Copa FIFA 2014.

Segundo o chefe do Departamento de Atenção Especializada, Graco Dorneles, o “Proteja o Gol” é uma iniciativa do Ministério da Saúde que, além de realizar teste rápido para identificar o vírus do HIV, irá distribuir aproximadamente 200 mil preservativos. As atividades acontecerão numa tenda dentro da área do Fifa Fan Fest.

Os voluntários que vão trabalhar no projeto são do curso de enfermagem, terão que ter mais de 18 anos. Eles receberão treinamento e, ao final, um certificado de participação. As inscrições para ser voluntário no projeto “Proteja o Gol” serão abertas em breve no site da campanha, www.protejaogol.org.br.

Os selecionados desenvolverão as seguintes atividades: encaminhamento para testagem; encaminhamento para apoio e aconselhamento; informações básicas sobre HIV e suas formas de prevenção; jogos e brincadeiras; atividades artísticas e culturais; e esclarecimento sobre combate ao estigma e preconceito contra portadores do HIV.

A iniciativa “Proteja o Gol” é uma campanha do UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) para a conscientização sobre HIV em nível mundial, que teve início na Copa de 2010, na África do Sul. A partir de uma ideia simples que ilustra o poder da proteção, faz-se uma analogia entre goleiros protegendo o gol e cada pessoa protegendo a si própria.

A campanha tem como tema “De Soweto à Bahia”, criando assim um elo entre essas duas regiões. A campanha de comunicação também levantará temas como a necessidade de se oferecer acesso à terapia antirretroviral a 15 milhões de pessoas em 2015, em nível global.

 

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