Traficante mais procurado do país admite ter matado entre 2 mil e 3 mil pessoas

Joaquín Guzmán conhecido como El Chapo era o líder do Cartel de Sinaloa

Joaquín Guzmán, o El Chapo, foi preso no fim de semana passado. Foto:Divulgação
Joaquín Guzmán, o El Chapo, foi preso no fim de semana passado. Foto:Divulgação

O narcotraficante mais procurado pela polícia do México e dos Estados Unidos, o líder do Cartel de Sinaloa, Joaquín Guzmán, o El Chapo, que foi detido neste final de semana, admitiu ter matado entre 2.000 e 3.000 pessoas.

Entre suas vítimas, estaria o mafioso Ramón Arellano. Ele, no entanto, negou ter sido responsável pela morte do cardeal Juan Jesús Posadas, em maio de 1993, informou a emissora local “Televisa”.

O chefe máximo do narcotráfico no México foi detido no último sábado no norte do país em operação da Marinha.

A Procuradoria Geral da República mexicana anunciou os resultados dos exames de DNA e de impressões digitais que confirmam a identidade do narcotraficante.

A Polícia Federal também anunciou nesta terça-feira a detenção de Javier Garza, identificado como um dos fundadores do Cartel do Golfo.

Garza, que está envolvido em crimes de sequestros, extorsão e roubo, foi detido no Estado de Guerrero.

Fonte:R7

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