Uma réplica via internet

Segue correspondência eletrônica recebida pelo birô da coluna. Remetente: deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN): “Caro Walter Gomes, Em respeito aos…

Segue correspondência eletrônica recebida pelo birô da coluna. Remetente: deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN):

“Caro Walter Gomes,
Em respeito aos leitores da coluna que assina no Jornal de Hoje e como forma de esclarecer equívocos, faço algumas considerações em relação a nota publicada no dia 14/01/2014, cujo título é: “A grosseria que choca”.

De forma clara, direta e sem arrodeio afirmo que o conteúdo ofensivo utilizando o meu nome não condiz em nada com a verdade.
Jamais saiu da minha boca a palavra ‘caloteira’. Repito: Jamais saiu da minha boca a palavra ‘caloteira’. Esse termo foi adicionado equivocadamente no título de uma entrevista que concedi ao Jornal de Hoje.

Falando nisso, ao tomar conhecimento da manchete dessa entrevista entrei, imediatamente, em contato com o jornalista Alex Viana que, por sua vez, reconheceu a falha, pois em momento algum ouviu essa palavra ser pronunciada por mim durante a entrevista.

As criticas que tenho feito diz (sic) respeito ao modelo de gestão que o DEM, partido da governadora Rosalba, implantou no RN. O governo do DEM se revelou numa (sic) experiência desastrosa em nosso estado. Não sou daquela que torce pelo “quanto pior, melhor”. Infelizmente o RN chegou ao fundo do poço.

Quem me conhece sabe que nunca fiz, não faço e nunca farei critica de natureza pessoal.

Obrigada pelo espaço
Fátima Bezerra”

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Comentário do repórter, mas sem a pretensão de tréplica.  O parágrafo que antecipa o final do texto da senhora Fátima Bezerra contradiz declarações à imprensa e discursos de campanha da parlamentar no passado, o distante e o recente. Espero que suas palavras sejam realidade no futuro, embora descreia. (WG).

 

Linha de ataque
O PT não deixa por menos.
Pretende eleger, em outubro, os governadores dos três maiores colégios eleitorais do país.
E quem anuncia o projeto é Lula da Silva (foto), grão-mestre do Partido dos Trabalhadores.

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Cidadãos de título na mão nas unidades federativas cobiçadas:
1. São Paulo – 31,3 milhões;
2. Minas Gerais – 15,1 milhões;
3. Rio de Janeiro – 11,9 milhões.
Detalhe importante: o trio reúne mais de 40% dos 132,6 milhões de pessoas aptas ao voto no Brasil.

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Apresentam-se, em nome do partido: Alexandre Padilha (SP), Fernando Pimentel (MG) e Lindbergh Farias (RJ). Dos três, o mais bem situado nas pesquisas é o mineiro.

 

- Ex-governador do Paraná, o senador Roberto Requião promete agitar as bases do PMDB. Vai à convenção nacional como aspirante à Presidência da República. Diz-se envergonhado com o fisiologismo do partido, “porque, em vez de debater questões graves, como a econômica, discute conquista de carguinhos”.
- José Alfredo Graça Lima é o novo secretário político do Itamaraty.
- Walterpress: a coluna pede desculpas pelo deslize na edição de ontem. Chama-se Tadeu o provável candidato do PSB ao governo de Pernambuco. O sobrenome, entretanto, é Alencar – e não Arruda, como publicado.
- Fique atento às amizades do seu filho. O companheiro da balada pode ser um agente do tráfico de drogas.
- Consta que o empresário mineiro Josué Gomes da Silva, controlador do grupo Coteminas, será o próximo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Não, porém, como representante do PMDB, advertem grão-duques da sigla.
- Um romance histórico apreciado por leitores plurais: ‘O homem que amava os cachorros’. Autor: Leonardo Padura, cubano de talento e que sublima a independência política. Na obra, os caminhos de Ramón Mercader, comunista espanhol assassino de Leon Trotski, ideólogo russo perseguido por Joseph Stalin.
- Se prevalecer o propósito de solução técnica para a Embratur, Kátia Cristina Bittencourt tem a preferência. Ela chefia o gabinete de Flávio Dino (PCdoB), presidente demissionário para candidatar-se a governador do Maranhão.
- Aproveite bem o fim de semana. Segunda-feira, o versátil Joaquim Pinheiro redige e edita a coluna. Até terça.
- Para refletir: “Não, não vou por aí. Só vou por onde me levam meus próprios passos” (José Régio, pseudônimo de José Maria dos Reis Pereira, poeta português).

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