WILMA

Em pré-campanha no interior do Estado… Ou melhor, visitando diferentes cidades para ouvir os lamentos do povo mais humilde, a…

Em pré-campanha no interior do Estado… Ou melhor, visitando diferentes cidades para ouvir os lamentos do povo mais humilde, a ex-governadora e atual prefeita de Natal, Wilma de Faria, visitou nesta quarta-feira quatro municípios de São Sebastião, Bom Jesus, Serra Caiada e Currais Novos. E saiu de lá com um saldo positivo de apoios. Isso porque, segundo a própria ex-gestora, cotada para ser candidata ao Senado ou ao Governo do Estado este ano, as reuniões políticas demonstraram o apoio de membros do PMDB, PR, PROS, PHS e, até, do DEM a campanha dela.

ESTRATÉGIA
Receber e, principalmente, mostrar que recebeu apoio de lideranças políticas, sobretudo, no interior do Estado (uma vez que em Natal as lideranças ainda estão com receio de anunciar alianças) é de grande importância para que os políticos confirmem seus projetos políticos locais. Ao dizer que tem sido pressionada para ser candidata ao Governo ou ao Senado e que o povo não aceita mais a candidatura dela a deputada federal, Wilma dá um exemplo disso. Afinal, essa é uma forma de mostrar aos demais partidos a força política dela.

OUTRO CASO
Evidentemente, Wilma não é a única a fazer isso. A potencial adversária da ex-governadora nas eleições de 2014, na disputa pelo Senado, a deputada federal Fátima Bezerra, do PT, também já se utilizou da divulgação de apoios. Em um dos episódios mais relevantes com relação à divulgação dos apoios recebidos, a assessoria de Fátima enviou texto à imprensa afirmando: “prefeitos do Seridó declaram apoio à Fátima para o Senado”.

MAIA E BEZERRA
Posso ter errado ao colocar o nome de João Maia, deputado federal e presidente do PR, como opção para ser vice de Fernando Bezerra, do PMDB. Isso porque há quem diga que o parlamentar não aceita a condição de vice de Bezerra. Se ele for mesmo o candidato, João Maia seguiria o projeto de reeleição na Câmara – ou então tentaria convencer Wilma a ser mesmo candidato. Afinal, o presidente do PR não é lá tão próximo de Robinson Faria, outro pré-candidato apresentado.

FECAM
As Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte que não estiverem associadas à Federação das Câmaras do RN (Fecam/RN), devem se filiar para poder ter acesso às publicações gratuitas no Diário Oficial dos Municípios executado pela Federação dos Municípios do RN (Femurn). A filiação deve ser feita após o recesso administrativo, entre os dias 27 e 31 de janeiro, na sede do órgão que fica na avenida Prudente de Moraes.

URBANA
O leitor João Maia de Assis, conhecido como “Irmão”, um dos exonerados de funções comissionadas na Urbana, enviou o e-mail para O Jornal de Hoje sobre a nota que publiquei ontem sobre a retirada dos rastriadores de caçambas da Companhia de Limpeza. Segue o texto na íntegra:

“Mesmo com o rastreador, tínhamos veículos pequenos com a gerente Juliane Ubarana, na cidade de Santa Cruz, com motorista, em uma solenidade política. Além disso, em dezembro quase todo, um veiculo com motorista, fazendo itinerário Natal, Macaíba das 17h, até as 3h da madrugada. Segundo o setor de tráfego, deveria ser um carro sem identificação, pois em um determinado dia uns dos tais veículos de marca Gol prata encontrava-se sem gasolina. Eu estava chegando no veículo que trabalhava, ofereci o meu, mas eles disseram que não porque não havia identificação. Pois é: imagine agora os veículos de sem rastreador. Espero que não vá tão longe, que não seja percurso gigante para a cidade de Caicó”.

PREVISÃO
Além da crítica, Irmão também previu: “Quanto à licitação da Urbana, escreva aí: vai dar Vital. E tudo na barba desse interventor. Não entendo como o Ministério Público ainda mantém esse cidadão na Urbana”.

CORRUPÇÃO
O presidente do Conselho Nacional de Procuradoria de Contas, procurador Luciano Ramos, publicou oportuno artigo sobre “As muitas faces do controle e a corrupção do Brasil”, na revista Le Monde Diplomatique, editada no país, com o devido destaque, em duas páginas centrais. Segundo o procurador “tem-se como imperioso superar o modelo vigente em nossas cortes de contas para que não mais se concretizem a estagnação e o declínio no combate à corrupção”.

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